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Rondonópolis testa novo projeto contra leishmaniose

A proposta é de implantar o controle pelas coleiras.

Uma das doenças mais comuns entre os cães é o leishmaniose, que é causada por um protozoário, que é chamado de Leishmania spp. A principal forma de transmissão desta doença é a picada de um determinado mosquito que já está infectado. Muitos cachorros que são infectados pela doença acabam sendo sacrificados, até mesmo como política pública para controle deste tipo de doença.

Rondonópolis testa novo projeto contra leishmaniose

Mas um novo projeto pode ajudar a poupar a vida dos cães e também trabalhar na prevenção da doença. Trata-se de um controle específico com a utilização de algumas coleiras repelentes do vetor da doença. Este projeto piloto está sendo implementado em algumas cidades, sendo que a maior é Rondonópolis, onde estima-se que 1500 cães devam receber o adereço.

A cidade foi uma das escolhidas pelo Ministério da Saúde para receber recursos que permitem a distribuição das coleira. O governo está oferecendo esta possibilidade de tratamento juntamente com a FioCruz, que desenvolveu a pesquisa.

De acordo com o coordenador do Centro de Controle de Zoonoses – CCZ de Rondonópolis, Edgar Prates, nesta primeira etapa do projeto estão sendo selecionadas duas áreas entre as que mais apresentam casos das doenças nos cães. Nestes locais serão distribuídas as coleiras, juntamente com um registro do animal e do dono.

Projeto em teste

Rondonópolis testa novo projeto contra leishmanioseAlém de Rondonópolis, mais 13 cidades brasileiras vão receber o material ao longo do ano para começaram a realizar os testes também. No ano de 2012, oito cidades receberam uma espécie de piloto do projeto com o objetivo começar a observar os efeitos das coleiras, e os primeiros resultados acabaram se mostrando positivos.

No caso das cidades que vão receber as coleiras este ano, elas ficarão com as coleiras pelo período de 18 meses, sendo que há cada 6 meses os donos precisarão levar os animais aos Centros de Controle para testes de sangue.

Mesmo que sejam poucas coleiras ainda para todos os cães da cidade, o coordenador do projeto ressalta que este será apenas um teste e caso os resultados sejam positivos o projeto tem tudo para se tornar uma iniciativa nacional.

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