Ter uma pressão arterial alta é um problema de saúde que precisa ser levado a sério.  Nos humanos, a pressão arterial elevada aumenta consideravelmente as chances das pessoas desenvolverem uma série de problemas de saúde, como cardíacos, cerebrais, renais e oculares. Também está diretamente relacionada a duas das principais causas de morte no mundo: o derrame cerebral e o infarto do miocárdio.

Pressão alta em cachorros: Saiba reconhecer os sintomas

Mas não são apenas os humanos que sofrem com a hipertensão. Cães também podem acabar tendo sua pressão elevada, pelos mais variados motivos. Na maioria dos casos, essa é uma condição que está diretamente relacionada aos hábitos alimentares do cão, com a predisposição genética tendo um papel muito menos decisivo do que nos humanos.

Mesmo com todos os produtos alimentares que podem ser encontrados especificamente para os animais de estimação nos dias de hoje, ainda existem muitos humanos que acabam dando as mesmas comidas que as pessoas comem para os pets. E isso inclui itens como churrascos, alimentos fritos, etc. Tudo isso compromete bastante o sistema circulatório do cão.

Mesmo que tenha um diagnóstico mais difícil do que nos humanos, hoje em dia a tecnologia acaba ajudando bastante na hora de saber se um cão sofre ou não com este tipo de problema.

Principais sintomas

Pressão alta em cachorros: Saiba reconhecer os sintomas

Alguns outros problemas de saúde diagnosticados nos cães podem acabar sendo um indício forte de que ele tem pressão arterial elevada. Por exemplo, cães que já possuem diabetes, doenças renais, obesidade e problemas relacionado com a tireoide.

Além disso, alguns outros sinais externos também podem acabar despertando a curiosidade dos tutores em relação a doença, como tosse, fraqueza, confusão mental, respiração acelerada e ansiedade.

Uma vez identificado, existem diferentes tratamentos que podem ser realizados. Pode ser que o veterinário indique uma medicação diária, que é muito parecida com a que os humanos tomam para controlar sua pressão. Além disso, também podem ser precisas mudanças na rotina dos pets, como uma alimentação mais adequada e também uma maior quantidade de exercícios físicos.