A hipoglicemia é um quadro bastante comum na vida dos cães, especialmente quando eles ainda são filhotes. De uma forma geral, é caracterizado basicamente como um momento no qual o organismo sofre com uma queda na quantidade de açúcar de uma forma geral na corrente sanguínea.

Hipoglicemia em filhotes: Como identificar e o que fazer

Assim que isso acontece, uma das primeiras reações de qualquer organismo, incluindo o dos cachorros, é sentir falta de energia. A glicose, que é o açúcar no sangue, basicamente funciona como um combustível para o corpo, fazendo com que se tenha a energia necessária para o funcionamento de tudo.

De uma forma geral, pequenas variações em relação a concentração de glicose no organismo podem acabar sendo considerado normal entre os cães mais novos. Os riscos mais graves surgem basicamente a partir de uma maior extensão da falta de açúcar no organismo.

No entanto, se a causa for mais grave, tal como uma doença no fígado impedindo o armazenamento da glicose em forma de glicogênio, ou uma doença intestinal que impeça a digestão e/ou absorção do alimento, então a hipoglicemia é crônica e pode ser fatal.

Hipoglicemia em filhotes

Para evitar que isso aconteça, é fundamental que os donos dos cães não deixem os filhotes ficarem muito tempo sem comer. É preciso também medir a quantidade adequada de comida para que eles não consumem nem em excesso e nem pouca comia. O ideal é que um filhote de 2 meses se alimente 4 vezes por dia, a partir dos 4 meses passa pra 3 vezes por dia e depois dos 8 meses ele pode comer 2 vezes por dia. Evite fornecer alimento apenas 1 vez por dia até o cão completar 1 ano de idade.

Além disso, caso o filhote já esteja apresentando este quadro, além de dar açúcar, é muito importante dar algo doce para os cães, como açúcar. E levar ele ao veterinário para que seja identificado a raiz do problema.