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Casal é indenizado após morte do cachorro em hospedagem para pets na serra gaúch

Cão sem raça definida acabou morrendo após briga com labrador em pátio de clínica veterinária.

Foi no final de 2010 quando a biomédica Ana Paula Comasseto de 35 anos, e seu companheiro o desenhista técnico Igor Chiapperin de 35 anos deixaram Fredy, um cãozinho mistura de vira lata com schnauzer em uma hospedagem chamada de Clínica Veterinária Saúde Animal, em Bento Gonçalves, esta localizada na serra gaúcha. Este animal acabou ficando no local para o casal passar o feriadão de Ano Novo no interior de Santa Maria com sua família. No mesmo dia, Ana Paula e Igor acabaram recebendo o infeliz telefonema de que o cão havia morrido após uma briga com um labrador no pátio da clínica.

Casal é indenizado após morte do cachorro em hospedagem para pets na serra gaúch

A situação foi terrível e parou na justiça, onde a médica veterinária responsável assumiu o erro, mas afirmou que está sendo extorquida por esta situação.

Como se deu o caso?

A situação em primeira instância, oportunizou a condenação da dona da clínica para pagar o equivalente de R$ 8 mil reais em danos morais. Em um recurso que foi julgado no dia 13 de dezembro de 2017, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, o TJRS acabou reduzindo para R$ 4 mil reais.

Casal é indenizado após morte do cachorro em hospedagem para pets na serra gaúcha

Neste processo, o casal acabou por alegar que a clínica prometeu que durante o banho de sol, os cães foram divididos conforme seu porte. Gabriela por sua vez, dona da clínica, apontou que os donos visitaram o pátio e souberam que os animais iriam ficar juntos. Ao receber a notícia da morte do cão, o casal optou por não interromper a viagem, e combinaram com a médica que o cão ficaria congelado por quatro dias até o retorno do casal.

Antes da situação ter parado na justiça, a dona da clínica Gabriela, ofereceu R$ 5 mil, além de um animal de raça á escolha e atendimento veterinário para o cão de forma vitalícia, além de castração para 15 cães de rua escolhidos por ONGs. Mesmo assim o casal decidiu entrar na justiça solicitando 60 salários mínimos por danos morais.

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