Um dos grandes sucessos do carnaval em diversas cidades brasileiras são os bloquinhos de ruas. E, cada vez mais, é possível encontrar pessoas que levam os seus cães para participar deste tipo de festa, especialmente nas grandes cidades. Mas é preciso tomar alguns cuidados antes de cair no samba com o fofuxos.

Dicas para quem quer levar o cachorro para o bloquinho de carnaval

Antes de qualquer coisa, os donos dos animais precisam se certificar de que eles estejam acostumados com as situações que serão encontradas em bloco de carnaval. Se o cão não costuma sair para locais movimentados, por exemplo, não é recomendado levar ele para o meio de um bloco.

Além disso, é fundamental entender como o cachorro se sociabiliza, não apenas com outros animais, mas também com as pessoas. Por isso, é recomendado levar o cachorro para a festa somente depois conhecer bem o comportamento do mesmo.

Confira algumas dicas para quem deseja levar o cachorro para o bloquinho:

De olho no estresse

Mesmo que o cão esteja acostumado em ficar no meio de tanta gente e com o barulho, em um determinado momento ele pode simplesmente se estressar com tudo o que está acontecendo ao seu redor. Neste momento, será importante voltar para casa com o animal. Fique de olho em qualquer mudança no comportamento dele.

Alimente sempre antes

Dicas para quem quer levar o cachorro para o bloquinho de carnaval

Não é recomendado deixar o cachorro comer qualquer coisa durante a festa. O ideal mesmo é que o animal coma entre 4 e 6 horas antes de sair de casa, até mesmo para evitar que ele enjoe com a situação. Por outro lado, água deve ser levada e oferecida ao cachorro sempre, especialmente se estiver muito calor.

Cuidado com as fantasias

Uma das grandes novidades dos petshops é a grande quantidade de fantasia de carnaval que pode ser encontrada para os cães. Mas é preciso sempre ficar de olho nos materiais utilizados. É melhor optar por fantasias com tecidos finos e leves. No dia do bloquinho, se as temperaturas estiverem muito elevadas, a Dra. Juliana Toledo recomenda que a fantasia do pet se limite a uma bandana, um lacinho, ou a uma fita.