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Contra a violência aos animais

Manifestações são organizadas em diversos locais para aumento das penas contra crimes contra animais.

Nos últimos meses as manifestações populares acabaram se tornando foco da atenção de milhões de brasileiros espalhados por todo o Brasil. E uma das causas que foram defendidas por pequenos grupos de pessoas estava o direito dos animais. Apesar de termos uma lei que pune pessoas que agridem ou cometem outro crimes contra bichos, ela quase nunca é aplicada e suas penas são muito brandas.

Contra a violência aos animais

Mas o mês de agosto será marcado por mais uma manifestação, agora global, pelo endurecimento da punição de todos os crimes previstos contra os animais. As manifestações estão programadas para acontecer no dia 18 de agosto. Em São Paulo ela vai começar a partir das 10h em frente ao MASP.

Além disso, existe a previsão de que manifestações simultâneas aconteçam em mais de 100 cidades brasileiras e também na capital do mundo, Nova York.

Punições inexistentes

Existe hoje uma lei federal que pune qualquer tipo de crueldade que seja cometida contra animais de um modo geral, sendo que a punição pode chegar a prisão de 3 meses a um ano. Mas como a lei considera este tipo de crime como de baixo potencial ofensivo, as pessoas geralmente acabam pagando com cestas básicas, e esta impunidade acaba incentivando que as pessoas continuem cometendo este crime.

O objetivo das manifestações, que estão sendo organizadas pelo Movimento Crueldade Nunca Mais , é pressionar o senado federal a aumentar estas penas, com previsão de reclusão entre 2 e 6 anos para quem cometer qualquer tipo de crime. Além disso, os advogados que trabalham juntamente com a ONG defendem que este tipo de crime, quando cometido comprovadamente, deve ter punições que não sejam passíveis de qualquer benefício de condicional.

Saiba mais sobre o movimento

O movimento Crueldade Nunca Mais nasceu no final do ano de 2011, quando diversos casos de crimes de crueldade contra animais foram registrados. Diversos representantes de ONGs que já existiam se uniram e promoveram atos que aconteceram em mais de 200 cidades brasileiras ao mesmo tempo, além de cidades norte-americanas como Nova York, Miami, San Diego e Londres. 

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